terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

CARREFOUR - FUJA SEMPRE

 31 janeiro 2024 adquiri no site da MAGALU uma geladeira Brastemp. Após a compra percebi que era fornecida pelo Carrefour. Tenho já de anos pessima impressão sobre esta empresa. Diversas experiencias ruins e relatos de amigos etc.

Valor de R$ 3.999,00

Enfim - como Magalu estava junto como um tipo garantidor, vamos em frente. 


dia 5 fevereiro a geladeira foi entregue. Nao se deram ao trabalho de entrar em contato comigo. Deixaram com a zeladora do predio  e se mandaram (desconfio que já sabiam que a mesma estava danificada e quiseram empurrar o problema pro otario que comprou no Carr..... vamos abreviar assim)

No mesmo dia 5 percebi que a geladeira estava danificada no meio da porta principal. Uma cacetada que levou por transporte descuidado, desleixado ou algo nesta linha (padrão Carr....) 

Imediatamente abri reclamação no Magalu que repassou pro Carr....

E dali em diante fui sendo enrolado e enrolado. Até hoje não vieram buscar a geladeira. Moro num local pequeno e trabalho em casa, então esta geladeira está o dia inteiro no meio do caminho - atrapalhando minha vida e me lembrando do desprezo e desrespeito que o Carr... devota aos seus clientes. 

Com muita pressão em cima da Magalu - que tambem percebeu o tipo de parceiro que é este Carr.... consegui minha grana de volta (tinha pago com PIX). 

Fora isto - fico aqui com este trambolho no meio da casa e lembrando de NUNCA MAIS NA VIDA passar nem na frente de uma loja do tal Carr.....

Fujam. Não sou a primeira vitima. Se informem. 


terça-feira, 21 de novembro de 2017

RETRATOS DO BRASIL - 1

Hoje almoçando aqui perto de casa tinha o aviso da foto abaixo na mesa e em todas as outras mesas do restaurante. Com a assinatura do restaurante.

Fiquei olhando aquilo e pensando..... Quanto ainda temos que evoluir para que um aviso ou suplica como esta cause mal estar ou as pessoas não entendam simplesmente o que está acontecendo.

Sempre é a história do: - meu caso é especial ou - nem é tanto assim ou - quem vai pagar (a empresa) tem bastante dinheiro e já "rouba" de outros e portanto estou autorizado a fazer esta pequena manobra.

Então a gente vê e se cansa de ver e fica saturado de tanto ver noticias de políticos, funcionários públicos, governantes, empresários e por aí afora e sempre pensa - essa turma não passa de um bando de ladrões. 

Como se eles não pertencessem à mesma sociedade ou cultura no qual o pedido da nota com valor a mais é tão comum ou - tomara que seja assim - já foi tão comum.

Ainda sobre as categorias mencionadas acima, a própria generalização é complicada, pois não dá para simplesmente dizer que TODOS daquela tal categoria se comportam de forma não ética ou algo assim. Com certeza devem existir muitos, maioria talvez eu torço, que não fazem parte deste "bando de ladrões".

Como sair desta situação?

- educação, educação, educação -acima de tudo;

- punição dentro da lei a quem é pego em atos ilegais de qualquer tipo; seja quem for, seja que tipo for;

- procurar ser um exemplo perante família, amigos, colegas, sociedade etc. Sem falar, sem divulgar, apenas se comportar de forma razoável e sabendo que o resto da sociedade em algum momento e de alguma forma vai se espelhar no seu comportamento.

ATENÇÃO - em hipótese alguma, ao escrever esta nota ou comentário ou post estou querendo passar uma ideia de que estou acima deste tipo de comportamento. Creio que não estou e alem do mais quem pode opinar sobre o meu comportamento são os outros e não eu, sendo juiz de mim mesmo.



quinta-feira, 23 de junho de 2016

a CIDADE para seus cidadãos - JUNHO 2016

Algo que sempre chamou minha atenção foi notar ou ouvir pessoas que conhecem várias cidades do Brasil e até do mundo, sempre tem uma opinião super favorável de Curitiba. Mesmo passado todos estes anos desde que Curitiba realmente tinha um jeito diferente das outras capitais brasileiras.  

A esta altura creio que alguns fatores são inegáveis para destacar Curitiba, tais como:

- a fama de cidade mais evoluída ou mais preocupada com o bem estar do cidadão; 

- uma preocupação razoável com a limpeza das ruas e locais públicos em geral; 

- o famoso sistema de transporte coletivo;

e provavelmente muitos outros, que pessoas com maiores qualificações, podem indicar, tanto no que se refere a percepção das pessoas (nem sempre vinculada a uma situação real); ao que a Mídia em geral propaga e situações de fato que corroboram - no todo ou em parte - os dois casos acima.

Mas tem uma situação mais prosaica que eu acho que tem um impacto forte nos visitantes. Me refiro ao centro da cidade, especialmente o trecho entre Santos Andrade e Osório. 

Como normalmente os turistas acabam passeando por ali, tomando um chopp, tomando um café, contemplando as flores bem cuidadas, vendo o bonde para crianças e até se hospedando em algum hotel nas imediações, é inevitável que isto causa boa impressão. Ao comparar esta região com a área central de outras capitais, acho que Curitiba realmente leva a melhor, ou pelo menos fica como um dos centros de cidade (capital ou cidade com mais de 1 milhão de habitantes) mais agradáveis que existem. 

Pois bem, um sábado destes, pelas 18:30 da tarde, já escuro, pois estamos no inverno, dia acabando mais cedo, ainda mais que era um inicio de noite meio chuvoso, deixando tudo ainda mais escuro.

Enfim, parei o carro um pouco afastado do centro (na Augusto Stresser, logo após o viaduto da Muricy) e desci até a Boca Maldita. 

Fiquei impressionado com o "ambiente" que encontrei. Gente que dorme na rua ajeitando seus colchões  em tudo que é canto, pessoal meio a toa andando em grupos, alguns num canto cheirando alguma coisa num pacote e para coroar, na porta de uma grande loja, um cara armado ameaçando todo o mundo. Por sorte esta loja tem entrada (no caso, saída) por duas ruas, então quem estava lá dentro foi dando um jeito de se mandar pela outra saida. Pobre dos funcionários que não podem escapar tão facilmente. 

Enfim, a soma de tudo isto me deu uma impressão muito estranha. De que estava em outro lugar ou então de que aquele lugar não era para mim.

Não quero aqui culpar uma administração especifica. Acho que a questão vai mais além, pois na verdade os próprios habitantes deixam de frequentar o local que passa a ser então território de quem prefere este tipo de local ou é obrigado pela contingencia da vida a estar ou passar por ali. Naturalmente que seguidas administrações publicas que por omissão ou ação errada, ajam na mesma direção e a situação então rapidamente fica assim.

Por ai se diz que a cidade precisa ficar de um jeito onde os habitantes possam usufruir dela, se sentir parte dela. 

Naquele local, naquela hora, achei que pelo menos para mim e para muita gente mais, aquele não era um local para ser usufruido ou fazer parte.
   

segunda-feira, 30 de abril de 2012

ABERTURA

Assuntos que vão e vem e a gente fica remoendo ou ruminando ou enfim - matutando a respeito. Não valem um livro ou uma tese - mas sempre dá vontade de deixar registrado e de repente aparece alguém contra, ou a favor ou muito pelo contrário. Mas principalmente surge a oportunidade de trocar idéias e - principalmente - entender melhor as coisas e diminuir os preconceitos - em todas as direções.

O debate, troca de ideias, conhecimento de outras opiniões e visões é fundamental e imprescindível para que uma sociedade evolua.

Mas sempre respeitando o outro, afinal somos todos cidadãos.

Não existe esta de ele é radical ou é ignorante ou não tem noção. É duro lidar com estes preconceitos, mas a gente precisa MUITO se livrar disto.